AET ou AEP: qual sua empresa precisa fazer primeiro?
Dúvida comum no RH e na segurança do trabalho. Entenda a diferença prática e como priorizar investimentos.
Por que essa dúvida existe
Muitos gestores de RH e SST recebem pela primeira vez a demanda de "fazer uma análise ergonômica" e se deparam com dois termos parecidos: AET e AEP. A confusão é natural — e a escolha tem impacto direto no orçamento e no cronograma.
Diferença essencial
AEP — Avaliação Ergonômica Preliminar: é a triagem. Serve para identificar, entre todos os postos da empresa, quais apresentam indícios de risco ergonômico e merecem investigação aprofundada. É mais rápida, mais barata e cobre muitos postos.
AET — Análise Ergonômica do Trabalho: é o estudo aprofundado. Envolve medições, filmagens, aplicação de métodos quantitativos (OWAS, RULA, REBA, NIOSH) e entrega um laudo técnico completo, defensável em fiscalização.
Regra prática
Na quase totalidade dos casos, o caminho correto é AEP primeiro, AET depois — e apenas nos postos que a AEP indicar como de risco.
Quando ir direto para AET
Há exceções:
- Quando a empresa já tem AEP recente e validada.
- Quando há queixa específica já mapeada em um posto (ex.: um grupo de operadores com LER).
- Quando a fiscalização do MTE exige laudo específico em prazo curto.
- Quando há um único posto crítico que demanda análise profunda.
Conclusão
Fazer AET em todos os postos, sem AEP, é caro e ineficiente. Fazer só AEP e parar por aí pode não ser suficiente em fiscalização. A combinação inteligente das duas é o que entrega conformidade legal com racionalidade de investimento.
Precisa de consultoria em ergonomia?
A ErgoHub atende em Salvador, toda a Bahia e Nordeste. Orçamento gratuito em 24h úteis.
Falar com especialista